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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Duas cabeças e pés!


Essa cobra de duas cabeças nasceu essa semana no Uruguai, é da espécie venenosa urutu-cruzeiro. Segundo biólogos, caso raríssimo, ocorre 1 em 20 mil. Estranho né? 2 cabeças?! Mas conheço algumas que tem pés, braços e até falar falam... Hahaha Cuidado, são as piores, as mais venenosas!!!

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Meu sangue ferveu...

Como tem gente desagradável nesse mundo! Ohhhh se temmm... Meu blog tem atraído algumas "criaturinhas" que vem até aqui só para bisbilhotar, colocar defeito, debochar... Não sei por que que seguem me vigiando... Ops, até sei, mas dizem que não é isso, então respeito!
Meu sangue ferveu num primeiro momento, mas depois deu até pena... Gente recalcada por aqui não tem vez!

"E quando eu estiver
Louco
Subitamente
Se afaste"
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Tá faltando vergonha na cara de muita gente, falta de consideração pra outros tantos e tá faltando principalmente cair a ficha de certas pessoas!!!
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"PORQUE O DIA QUE TU FOR REALMENTE FELIZ, NÃO VAI MAIS PRECISAR, NEM VAI QUERER, DESTRUIR A FELICIDADE ALHEIA."
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terça-feira, 23 de junho de 2009

Mentira tem perna curta


Até que enfim a menina belga resolveu contar a verdade sobre as 56 estrelas tatuadas no rosto. Primeiramente ela disse que havia dormido durante a sessão de tatuagem e quando acordou o tatuador tinha aumentado de 3 para 56 o número de estrelas, mas agora ela admitiu que mentiu porque o pai viu as inúmeras estrelas e ficou P... da vida! Só não entendi porque o tatuador ia ajuda-lá a pagar o laser pra remover as estrelinhas "extras"... E agora, vai tirar ou não?


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domingo, 21 de junho de 2009

Circo


Ontem o Bernardo teve sua primeira "experiência circense"! Quase não acreditei quando começou o "espetáculo"! Ele ficou sentadinho, super concentrado nas apresentações, não quis saber da "popoca", da "coca"... Nada desviava sua atenção, a não ser uma menininha que estava perto de nós, "volta e meia" ele dava uma "observada" mas mesmo assim ele estava era super interessado no que se passava no picadeiro. Então quando apareceu o seu super-herói preferido, o Homem Aranha, ai sim, nem piscava!

Embora o circo não fosse "dos melhores" deu pra ele (eu e minha amiga Aline também) dar boas risadas! Também faltou público, meio carinho o ingresso e a iluminação também não era das melhores, dá pra notar pelas fotos...
Lembrei da minha infância quando ia nos circos, naquela época era mais frequente as visitas em nossa cidade. Nunca esqueço do Circo Vostok que tinha elefantes que jogavam futebol e chutavam as bolas para a plateia! Ganhei uma enorme, amarela, linda, que teve "fim" numa roseira aqui de casa! Hehehe ... Eu adorava ver os bichos que se apresentavam, os leões, camelos, elefantes e até mesmo o show com os cachorrinhos eram interessantes, mas agora como é proibido à exibição de animais em espetáculos do tipo, o Bernardo teve que se contentar em ver só "shows" de malabaristas, um velho mágico e alguns palhaços, que lhe faltavam algo peculiar, o grande nariz vermelho! Mas tudo bem, meus 12 reais foram bem empregados, ao menos o Bernardo conheceu pessoalmente o famoso "palho*" e o homem aranha, e se divertiu bastante!

Ah, e depois que chegamos em casa, eu que elogiei tanto meu filho pelo seu comportamento no circo... Ele quis por em prática o que aprendeu, subia no sofá e se atirava, queria subir pelas paredes imitando o super herói... Ainda bem que ele não quis engolir fogo!
(* Palho : palhaço)
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Não gosto de nada pela metade

Para quem me conhece à fundo e sabe que já dividi muitas coisas (e pessoas) isso pode soar estranho, mas a verdade é essa, nua e crua: não gosto de nada pela metade, não gosto de meio termos, nem meias palavras, não gosto de restos, nem pedaços, agora é 8 ou 80, ou é ou não é. Ah, de metade só o meu amor, a minha outra metade! Quero tudo por inteiro, completo, quero o melhor, não me contento mais com o “pode ser”, não quero mais o “meia boca”! Talvez por isso seja tão ciumenta, possessiva e me estresse com tanta facilidade... Pena que descobri isso só agora... Tá, confesso, já sabia, mas não queria admitir!
Cansei dessa palhaçada de ter que dizer sim querendo dizer não! Não vou mais dizer que gosto de alguém, se esse alguém me faz um mal enorme, vou ignorar a partir de agora... Não vou aturar certas pessoas e acontecimentos, sabendo que tudo não passa de ficção, que tudo foi irreal...
Não divido mais nada, até posso emprestar, mas só para quem souber cuidar e devolver! É claro, que nesse “dividir” não está incluído o namorado! Esse, não divido, não empresto, não troco, não vendo... É meu, todinho meu, só meu! (acho bom ele ler esse texto, já serve de alerta! He he he). Já dividi por muito tempo e não foi nada agradável! Sofro repercussões e perseguições até hoje... (pensando bem, acho bom ele não ler esse texto, bom, mas agora já foi)! Afinal, nada de meias palavras, não tenho nada a esconder! Gostem ou não, sou assim!
Meus livros agora vão ter a seguinte frase na contracapa: “Gosto de ser lido, mas também gosto de voltar para casa!”. Se todos os livros que tivesse emprestado já tivessem voltado, com certeza teria uma farta biblioteca aqui em casa. Os Cds então nem se fala, claro tem coisas do “tempo do Ariri”, mas na época que emprestei eram novinhos... Não interessa se são CDs de músicas ultrapassadas, livros que já li mais de mil vezes, interessa que são meus, comprei com o meu dinheiro (alguns ganhei) e tem que ficar comigo!
As pessoas se fazem de esquecidas ou sei lá o que, mas quero tudo o que é meu de volta, ok?


" Hoje acordei inteira.
Migalhas? Pedaços? Não, obrigada.
Não gosto de nada que seja metade.
Não gosto de meio termo.
Gosto dos extremos. Gosto do frio. Gosto do quente (depende do momento.)
Gosto dos dedinhos dos pés congelados ou do calor que me faz suar o cabelo.
Não gosto do morno.
Não gosto de temperatura-ambiente.
Na verdade eu quero tudo.
Ou quero nada.
Por favor, nada de pouco quando o mundo é meu.
Não sei sentir em doses homeopáticas.
Sempre fui daquelas que falam "eu te amo" primeiro.
Sempre fui daquelas que vão embora sem olhar pra trás.
Sempre dei a cara à tapa.
Sempre preferi o certo ao duvidoso.
Quero que se alguém estiver comigo, que esteja.
Mesmo que seja só naquele momento.
Mesmo que mude de idéia no dia seguinte."
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Ao órgão responsável


Caro Pênis


Tenho notado você olhando olhando torto para mim. Às vezes, basta eu chegar e você se levanta. Por acaso, você tem algum problema pendente comigo?O fato de nós estarmos em lados opostos não nos faz inimigos. Ao contrário, guardo um espaço especial para você, dentro de mim, e seria ótimo se pudéssemos nos unir em prol de algumas novas conquistas. Os atritos, como em qualquer relação, são normais e bem-vindos.
Você me acusa de ser difícil, mas não conheço personalidade mais instável que a sua. Quando eu quero conversar, você se recolhe. Quando canso de tentar, você se anima. Quando finalmente penso entender aonde você quer chegar, você se coloca numa posição diferente. Sei que a vida talvez lhe pareça mais dura, já que é de você que são cobrados rendimento e desempenho. Mas o mundo não gira em torno da sua existência como você pensa. Diria até que, nas horas mais tensas, você sempre dá um jeito de ficar de fora. Até no momento em que sua participação se faz mais necessária, a continuidade da espécie, você se limita a entrar com metade da matéria - prima e deixa o resto pra lá.
Dizem que eu tenho inveja de você - mas inveja de quê, afinal? Você, desculpe, está longe de ser bonito. Trabalha num ramo de atividade sem o mínimo charme: a remoção de detritos. Mora num lugar abafado, onde o sol nunca bate. Freqüenta locais escusos, de reputação duvidosa, em busca de um divertimento que já se encontra à mão, em sua própria casa. E aquele seu melhor amigo, convenhamos, é um saco!
Mesmo assim, quero frisar, tenho por você imensa consideração e simpatia. Mais que isso - sempre busquei a sua aprovação de alguma forma, atrás de sinais de que estaria lhe agradando. Você, por sua vez, nem sequer disfarça seu completo egocentrismo. Fazendo-se de sonso e sumido após satisfazer suas necessidades. Você se diz sensível, porém jamais se preocupa com o que o outro está sentindo. Quer apenas ocupar o seu espaço e atingir as suas mesmas velhas metas de crescimento. Deveria tentar aumentar suas expectativas, ampliar seus horizontes, investir na sua cultura. Qual foi a última vez que você viu um filme decente?
Sei que dificilmente vou conseguir abalar sua enorme auto-estima, mas, sob o meu ponto de vista, você não passa de um solitário, perdido em sonhos impossíveis e cercado por uma situação bastante enrolada. Acha-se o máximo, superextrovertido e revela-se um bobo alegre com pinta de seboso. Um cabisbaixo baixinho carente, o tempo todo em busca de qualquer carinho.
Disponho me a ajudá-lo, colega, caso você reconheça seus defeitos e fraquezas. Posso até te indicar um bom analista. Somente recuso-me a continuar a ser cúmplice na perpetuação de um equívoco. Você não é melhor do que ninguém, temos o mesmo tamanho nesta história - de fato, se você cabe em mim, sou necessariamente maior do que você!
Fernanda Young

Achei muito criativo e cômico esse texto e resolvi passar para vocês, antes que pensem que é plágio, vou repetir: é de autoria da escritora, roteirista e apresentadora de TV Fernanda Young! :)

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Desabafo de uma mulher moderna

São 6h... O despertador canta de galo e eu não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede... Estou tão cansada... não queria ter que trabalhar hoje...
Queria ficar em casa, cozinhando, ouvindo música, cantarolando, até...
Se tivesse filhos, gastaria a manhã brincando com eles, se tivesse cachorro, passeando pelas redondezas...
Aquário? Olhando os peixinhos nadarem...
Se eu tivesse tempo... gostaria de fazer alongamento...
Brigadeiro...
Tudo menos sair da cama e ter que engatar uma primeira e colocar o cérebro pra funcionar.
Gostaria de saber quem foi a mentecapta, a infeliz matriz das feministas que teve a estúpida idéia de reivindicar direitos de mulher... queria saber PORQUE ela fez isso conosco, que nascemos depois dela... Estava tudo tão bom no tempo das nossas avós... elas passavam o dia a bordar, trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos de molhos e temperos, de remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas dos maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, colhendo legumes das hortas, educando as crianças, freqüentando saraus, ENFIM, a vida era um grande curso de artesanato, medicina alternativa e culinária.
Aí vem uma fulaninha qualquer que não gostava de sutiã nem tão pouco de espartilho, e contamina várias outras rebeldes inconseqüentes com idéias mirabolantes sobre "vamos conquistar o nosso espaço"!!!
Que espaço, minha filha??? Você já tinha a casa inteira, o bairro todo, o mundo aos seus pés. Detinha o domínio completo sobre os homens, eles dependiam de você para comer, vestir, pra tudo!!! Que raio de direitos requerer? Agora eles estão aí, são homens todos confusos, que não sabem mais que papéis desempenhar na sociedade, fugindo de nós como o diabo foge da cruz... Essa brincadeira de vocês acabou nos enchendo de deveres, isso sim. E nos lançando no calabouço da solteirice aguda.
Antigamente, os casamentos duravam para sempre, tripla jornada era coisa do Bernard do vôlei - e olhe lá,porque naquela época não existia Bernard do vôlei.PORQUE???... me digam PORQUE um sexo que tinha tudo do bom e do melhor, que só precisava ser frágil, foi se meter a competir com o macharedo? Olha o tamanho do bíceps deles, e olha o tamanho do nosso. Tava na cara que isso não ia dar certo!!!
Não agüento mais ser obrigada ao ritual diário de fazer escova, maquiar, passar hidratantes, escolher que roupa vestir, e que sapatos combinar, que acessórios usar...tão cansada de ter que disfarçar meu humor, que sair sempre correndo, ficar engarrafada, correr risco de ser assaltada, de morrer atropelada, passar o dia ereta na frente do computador, com o telefone no ouvido, resolvendo problemas que nem são meus!!! E como se não bastasse, ser fiscalizada e cobrada (até por mim mesma) de estar sempre em forma, sem estrias, depilada, sorridente, cheirosa, com as unhas feitas, sem falar no currículo impecável, recheado de mestrados, doutorados, e especializações (ufffffffffffffffffff!!!!!!!)
Viramos super mulheres e continuamos a ganhar menos do que eles... Não era muito melhor ter ficado fazendo tricô na cadeira de balanço?
CHEGAAAAAAA!!!...
Eu quero alguém que pague as minhas contas, abra a porta para eu passar, puxe a cadeira para eu sentar, me mande flores com cartões cheios de poesia, faça serenatas na minha janela...
Ai, meu Deus, já são 6:30, tenho que levantar!...,e tem mais, quero alguém que chegue do trabalho, sente no meu sofá, coloque os pés pra cima e diga "meu bem, me traz um cafezinho, por favor?"
Descobri que nasci para servir. Vocês pensam que eu tô ironizando? To falando sério! Estou abdicando do meu posto de mulher moderna....Troco pelo de Amélia. Alguém se habilita?
Este texto não é de minha autoria, mas para refletir vale a pena!
Quem era mais feliz, nós ou nossas avós?
Da minha parte, adoro passar cremes, maquiagem (nos olhos então nem se fala), experimentar várias roupas até decidir qual fica melhor e ainda assim sair em dúvida, se a cor ta combinando com o sapato, com os acessórios... É claro que lamento a falta de tempo, a correria do dia a dia, as cobranças, inclusive da minha parte em relação ao corpo, aos estudos...
E bem que gostaria de uma serenata na minha janela enquanto me embalo numa cadeira de balanço fazendo um bordado.